Juventudes periféricas querem usar voto como ferramenta de mudança
Jovens do Distrito Federal uniram forças para mostrar que a transformação social exige que a voz de quem vive nas periferias seja ouvida.
Uma delas, a geógrafa em formação Sara Lisboa, de 21 anos, defende que a presença da juventude periférica na construção de propostas políticas altera diretamente a qualidade dos serviços públicos prestados na ponta.
Sara Lisboa diz que a política feita por gabinetes está fora da realidade - Arquivo pessoal "Quando a política pública é realizada por gabinetes distantes da realidade, feita por pessoas que não usufruem do serviço público — como transporte, saúde e educação —, o resultado é outro.
Política pública precisa ser pensada por quem vive essa rotina", afirma a moradora de Ceilândia, região administrativa mais populosa do DF.
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Sarah está entre os adolescentes e jovens das periferias do DF e do entorno que elaboraram e lançaram nesta quarta-feira (12) a Carta-Manifesto da Rede de Juventudes e Adolescências com propostas para os candidatos nas eleições de 2026.
A iniciativa faz parte da campanha Perifa nas Urnas , lançada hoje, data em que é celebrado o Dia Internacional da Juventude.
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