sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
MotoGP - Moreira mira top-10 no GP de Aragón: "É o alvo" Juventus derrota o Parma com gols de reservas e mantém 100% de aproveitamento no Italiano Ponte relaciona apenas jovens da base para jogo em meio à greve do elenco Campeão juvenil dois anos atrás, Jódar está animado pela estreia em NY Técnico diz que Richarlison pediu para deixar o Tottenham e cita condição Transmissão ao vivo de Atlético-MG x Vitória pelo Brasileirão: veja onde assistir "Nunca me senti tão preparado", destaca Fils antes da estreia F1: Piastri está confuso com déficit para Norris em 2026 Rafael Leão deixa o Milan e chega a Istambul para acertar com o Galatasaray Transmissão ao vivo de São Paulo x RB Bragantino pelo Brasileirão: veja onde assistir MotoGP - Moreira mira top-10 no GP de Aragón: "É o alvo" Juventus derrota o Parma com gols de reservas e mantém 100% de aproveitamento no Italiano Ponte relaciona apenas jovens da base para jogo em meio à greve do elenco Campeão juvenil dois anos atrás, Jódar está animado pela estreia em NY Técnico diz que Richarlison pediu para deixar o Tottenham e cita condição Transmissão ao vivo de Atlético-MG x Vitória pelo Brasileirão: veja onde assistir "Nunca me senti tão preparado", destaca Fils antes da estreia F1: Piastri está confuso com déficit para Norris em 2026 Rafael Leão deixa o Milan e chega a Istambul para acertar com o Galatasaray Transmissão ao vivo de São Paulo x RB Bragantino pelo Brasileirão: veja onde assistir
Últimas

Empresário e mecânico são condenados 6 anos após morte de piloto em queda de avião em MG

G1 ·
Empresário e mecânico são condenados 6 anos após morte de piloto em queda de avião em MG

Avião em que Rodrigo estava PM/Divulgação A Justiça de Minas Gerais condenou o empresário Inácio Carlos Urban, ligado ao setor do agronegócio, e o mecânico Rogério Dalla Santa pela morte do piloto agrícola Rodrigo Carlos Pereira, de 39 anos.

O acidente aéreo aconteceu em fevereiro de 2020, na zona rural de Coromandel, no Alto Paranaíba.

A sentença foi assinada na segunda-feira (24) pela 1ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais de Coromandel.

Inácio e Rogério foram condenados por homicídio culposo — quando não há intenção de matar —, com aumento da pena pela inobservância de regra técnica da profissão. 🔎 Inobservância significa a falta de cumprimento ou o descumprimento de uma regra, lei, norma ou ordem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp A pena fixada para cada um dos condenados foi de 1 ano e 4 meses de detenção, em regime inicialmente aberto.

Como preencheram os requisitos legais, a pena de prisão foi substituída pelo pagamento de prestação pecuniária: 25 salários mínimos para Inácio Carlos Urban e 10 salários mínimos para Rogério Dalla Santa.

Além disso, a Justiça determinou o pagamento solidário de R$ 250 mil à viúva e aos filhos do piloto, como reparação mínima por danos morais.

Os condenados poderão recorrer da decisão em liberdade.

O g1 entrou em contato com o advogado de Inácio e Rogério, Brian Epstein Campos, mas não havia obtido resposta até a última atualização desta reportagem.

Agora no g1 Entenda as responsabilidades segundo a Justiça De acordo com a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a sentença, a queda do avião agrícola Embraer EMB-202A, modelo Ipanema, foi provocada por uma pane seca causada por falhas graves e recorrentes no sistema de combustível e pela falta de manutenção adequada.

Rogério Dalla Santa ("Titanic"): Realizava intervenções mecânicas na aeronave sem ter a habilitação técnica exigida pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

No dia do acidente, fez procedimentos no motor e no sistema de alimentação, mas não registrou as intervenções nos diários de bordo e prontuários da aeronave.

Com isso, liberou o avião para voo sem verificar a quantidade de combustível consumida ou perdida durante os testes.

Inácio Carlos Urban: Como proprietário da aeronave e empregador do piloto, foi responsabilizado por confiar tarefas de manutenção e gerenciamento a uma pessoa sem qualificação legal.

Também foi apontado que houve falta de fiscalização, já que a aeronave operava sem os registros técnicos obrigatórios e em desacordo com as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e de segurança do trabalho.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›