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Novo golpe: testes falsos de verificação roubam senhas no Windows

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Novo golpe: testes falsos de verificação roubam senhas no Windows

Pesquisadores de segurança digital das empresas Gen Digital e Expel identificaram as novas famílias de programas maliciosos WordlistLoader e SynkLoader .

As ferramentas atuam como portas de entrada para o comprometimento total do sistema operacional Windows e abastecem operadores de extorsão digital com credenciais e acessos corporativos, de acordo com relatórios técnicos publicados nos dias 18 e 20 de agosto respectivamente.

O WordlistLoader atua na distribuição do Amatera Stealer , um vírus especializado em roubar informações e conhecido anteriormente como ACR Stealer ou AcridRain Stealer.

O golpe utiliza a técnica ClickFix ao enganar o visitante de uma página da web por meio de falsos testes de verificação.

Ao tentar resolver a validação na tela, a vítima recebe a instrução de colar e rodar um comando no próprio computador.

Sem perceber, o usuário baixa o arquivo malicioso que inicia o roubo dos dados.

Visão geral da cadeia de infecção (Reprodução/Gen Digital) “Assim que o visitante clica na caixa de seleção ‘Não sou um robô’, ele é conduzido pelo conhecido fluxo do ClickFix , no qual um comando malicioso é copiado para a área de transferência e a vítima é instruída a colá-lo na caixa Executar do Windows para executá-lo, levando ao download do WordlistLoader que resulta na execução do Amatera”, explicou o pesquisador de segurança e autor do estudo , Vojtěch Krejsa, da Gen Digital.

Os avisos falsos de verificação aparecem em sites legítimos que foram invadidos por criminosos.

Para dificultar o bloqueio do ataque pelas ferramentas de defesa, o código busca instruções diretamente na tecnologia blockchain por meio de contratos inteligentes.

O método foi batizado por analistas de segurança da Expel de EtherHiding .

A prática impede a exclusão dos dados pelos serviços tradicionais de hospedagem, uma vez que os registros gravados em rede blockchain não podem ser apagados por terceiros.

“Embora a rede de distribuição seja destinada a hospedar arquivos JavaScript, os invasores a utilizam para armazenar seus códigos maliciosos”, destacou os analisas da empresa de segurança Expel, em relatório técnico que mapeou a infraestrutura do golpe.

Segundo os pesquisadores, cerca de 150 mil sistemas foram expostos a essa campanha desde agosto de 2025 .

Uma vez instalado na máquina, o WordlistLoader reconstrói as instruções do vírus a partir de listas de palavras comuns em inglês ou códigos numéricos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tecmundo.com.br — o conteúdo pertence a TecMundo.

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