Lula, Flávio e PCC: Haddad nacionaliza debate em sabatina do Roda Viva
O ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad ( PT ) afirmou que há uma falsa simetria na comparação entre a ligação do candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que é investigado por tráfico de influência.
Haddad participou do programa Roda Viva, da TV Cultura nesta segunda-feira (31/8).
“Nós temos um candidato a presidente que não consegue explicar a rachadinha, não consegue explicar a lavagem de dinheiro na loja de chocolate, não consegue explicar o preço da mansão que comprou no Lago Sul, não consegue explicar a homenagem que fez a um miliciano que foi assassinado numa operação da Polícia Militar da Bahia, não consegue explicar os vínculos com a milícia do Rio de Janeiro, não consegue explicar nada.
Não consegue explicar as visitas que fez ao votado do Banco Master e nós estamos botando esse cara como candidato a presidente da República e comparando com uma pessoa que não mexe um dedo para favorecer quem quer que seja e manda investigar todo mundo.
Então, não vamos colocar no mesmo patamar coisas tão diferentes”, disse, sem citar diretamente Flávio.
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1 de 3 Fernando Haddad (PT) participa do Roda Viva, da TV Cultura.
Divulgação/Diogo Zacarias Campanha - Fernando Haddad 2 de 3 As datas das entrevistas de Tarcísio e Haddad foram sorteadas.
Divulgação/Diogo Zacarias Campanha - Fernando Haddad 3 de 3 O governador e candidato à reeleição Tarcísio de Freitas (Republicanos), negou convite para participar alegando incompatibilidade de agenda.
Divulgação/Diogo Zacarias Campanha - Fernando Haddad Haddad já defendeu uma atuação independente da Polícia Federal no inquérito aberto para investigar indícios de corrupção e de tráfico de influência envolvendo Lulinha.
O candidato ao governo de São Paulo ainda disse que nunca teve uma reunião com Roberta Luchsinger.
Haddad destacou a atuação da Receita Federal e a cooperação com o Ministério Público de São Paulo na Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto do ano passado e que revelou um esquema de lavagem de dinheiro, sonegação e fraudes no setor de combustíveis ligado ao crime organizado, e que essa colaboração “não pode ser exceção, ela tem que ser a regra”.
O candidato ao governo de São Paulo minimizou a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como terroristas pelos Estados Unidos.
“Essa é uma questão menor.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.