Um debate onde sobraram acusações e faltaram propostas
O 1º embate direto entre Lula e Flávio foi marcado por altos e baixos e com um tom agressivo, mas respeitoso entre os adversários.
Ora Flávio foi superior, ora era o Lula.
Foi uma trocação de temas espinhosos que atingiram as duas campanhas ao longo do 1º e do 2º turno.
Em 2 horas de debate, sobraram acusações e faltaram propostas.
Flavio investiu desde o começo nos casos Lulinha e da lobista Roberta Luchsinger para desgastar e jogar Lula nas cordas.
Já o presidente apostou nas relações de Flávio com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, com o Careca do INSS, e conseguiu se recuperar dos ataques.
Flávio começou melhor e mais seguro, ditando o ritmo do debate, mas a ausência de qualquer resposta diante das perguntas feitas pelo presidente fez o candidato do PL ter um desempenho abaixo.
O ponto de atenção de Flávio é que ele, de novo, não explicou a destinação do dinheiro que recebeu de Vorcaro e que foi enviado para o exterior.
O candidato do PL buscava responder às perguntas com mais acusações contra Lula.
Flávio foi treinado para não responder a nenhuma pergunta.
Já o presidente Lula administrou melhor o tempo e conseguiu reforçar as contradições de seu adversário.
Em alguns momentos se mostrou irritado com as provocações feitas pelo adversário.
Mas cometeu um deslize ao falar em “malandro carioca”.
Lula criou, de graça, uma indisposição desnecessária com o eleitor fluminense, no qual perdeu no 1⁰ turno e que é reduto eleitoral de Flávio Na pauta da saúde, Lula lembrou as vítimas da pandemia da Covid-19.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jovempan.com.br — o conteúdo pertence a Jovem Pan.