Médica morta no PR e marido preso por feminicídio: laudo aponta que vítima foi esganada e atingida por 14 facadas
Gassi Mazia, de 37 anos, e João Romeiro, de 25.
Redes sociais Gassi Mazia, médica de 37 anos encontrada morta no apartamento em que morava em Maringá, no norte do Paraná, morreu por hemorragia aguda depois de receber 14 facadas, de acordo com laudo da Polícia Científica.
O laudo também aponta que a vítima foi esganada.
O principal suspeito do crime é o marido dela, João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos.
Ele foi preso pelo feminicídio em 5 de setembro, data em que o crime aconteceu, mas só foi levado à delegacia na quinta-feira (10), já que ficou internado sob custódia no hospital por estar ferido.
O g1 entrou em contato com a defesa de João, mas não teve retorno até a atualização da reportagem. ✅ Siga o canal do g1 Maringá e Região no WhatsApp Conforme o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, havia três facas ao lado do corpo da médica.
As investigações apontam que João Vitor não aceitava o fim do relacionamento e cometeu o feminicídio.
O MP afirma que João invadiu o imóvel e "executou covardemente" Gassi.
Há a suspeita de que ele tenha passado algumas horas com o corpo da vítima no local, antes de sair do apartamento, deixando o filho de oito meses sozinho no imóvel.
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O g1 optou por não divulgar o nome da familiar de João Vitor para preservar a identidade da testemunha.
Em depoimento à Polícia Civil, a testemunha explicou que, na noite de sábado, João enviou mensagens perguntando se ela estava em Mandaguari, a 32 quilômetros de distância de Maringá.
Depois, ligou para a familiar e pediu o endereço da casa dela.
Até então, ninguém sabia da morte da médica.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.