terça-feira, 15 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
STF decide se Moraes deve ser investigado no caso Master nesta terça (15) Moraes diz que diálogos com Vorcaro nunca existiram Síria registra onda de protestos contra aumento no preço dos combustíveis Governo Trump prepara fim de limites às emissões de carbono de usinas fósseis Advogado de Vorcaro foi vice-presidente da CONIB, entidade que financiou viagem de André Mendonça O adeus de Isadora Duncan, militante socialista e pioneira da dança moderna Trump diz que Rússia e Ucrânia concordaram em não atacar alvos energéticos STF quebra sigilo de pagamentos feitos por Daniel Vorcaro e Banco Master Israel ataca sistematicamente palestinos e destrói condições de vida na Cisjordânia, diz organização Caso Moraes-Vorcaro é analisado em sessão plenária pelo STF; acompanhe STF decide se Moraes deve ser investigado no caso Master nesta terça (15) Moraes diz que diálogos com Vorcaro nunca existiram Síria registra onda de protestos contra aumento no preço dos combustíveis Governo Trump prepara fim de limites às emissões de carbono de usinas fósseis Advogado de Vorcaro foi vice-presidente da CONIB, entidade que financiou viagem de André Mendonça O adeus de Isadora Duncan, militante socialista e pioneira da dança moderna Trump diz que Rússia e Ucrânia concordaram em não atacar alvos energéticos STF quebra sigilo de pagamentos feitos por Daniel Vorcaro e Banco Master Israel ataca sistematicamente palestinos e destrói condições de vida na Cisjordânia, diz organização Caso Moraes-Vorcaro é analisado em sessão plenária pelo STF; acompanhe
Economia

O TCU analisou; agora, é preciso cortar as benesses tributárias

UOL Economia ·
O TCU analisou; agora, é preciso cortar as benesses tributárias

O Tribunal de Contas da União (TCU) publicou, em 2025, uma análise pormenorizada dos principais gastos tributários. Trata-se de incentivos, isenções, regimes especiais e outras medidas destinadas a reduzir as receitas públicas. Daí o nome gasto tributário, uma alusão ao que se deixa de arrecadar

Quando se opta por um gasto tributário, a premissa é que o setor privado poderá realizar determinada política pública no lugar do Estado com maior eficiência, digamos. Escolhe-se estimular determinado setor abrindo-se mão de determinado volume de receitas.

Os gastos tributários já atingiram, pelas estimativas feitas por Josué Pellegrini e por mim, a marca de R$ 621 bilhões. Nos dados usados pelo TCU no relatório "Gastos Tributários e o Desafio Fiscal do Brasil", disponível no Observatório de Benefícios Tributários ( acesse aqui ), analisaram-se cerca de 84% dos incentivos estimados para 2025. A saber, o montante avaliado equivale a R$ 457 bilhões e abrange os 14 principais gastos tributários existentes.

O objetivo do trabalho é "subsidiar o Congresso Nacional na formulação de propostas legislativas voltadas à revisão e racionalização dos benefícios fiscais, por meio da análise dos gastos tributários no Brasil", como afirmam os técnicos da Corte de Contas no relatório.

De fato, o esforço valeu a pena. As equipes técnicas do TCU reuniram informações valiosas a partir de estudos publicados para, então, classificar os gastos tributários analisados quanto a quatro critérios. Trata-se de uma análise de custo e benefício. São estes os quatro critérios: a) gravidade das boas práticas contrariadas; b) insuficiência dos resultados apresentados; c) lacunas no monitoramento e avaliação; e d) viabilidade de revogação ou alteração.

São cinco os gastos tributários considerados de alto risco: a) poupança e títulos de crédito (R$ 22,2 bilhões); b) setor automotivo (R$ 7,8 bilhões); c) deduções de IRPF (R$ 34,8 bilhões); d) Zona Franca de Manaus (R$ 29,9 bilhões); e e) informática e automação (R$ 8,1 bilhões). Eles totalizam, como se vê, R$ 102,8 bilhões.

O gasto tributário de alto risco, necessariamente, incorreu em um ou mais desses pecados: contrariar boas práticas, apresentar resultados aquém do preconizado quando de sua criação, ser pouco transparente e não ser avaliado. Além disso, a classificação é afetada pela consideração sobre a facilidade de revogação ou de alteração da política.

Os gastos tributários acima enunciados não devem ser vistos como as "Genis" do problema fiscal. Aliás, nem seria politicamente viável reduzi-los todos a pó de uma hora para outra. Não vamos nos esquecer de que a lista do TCU também traz gastos vultosos na categoria de médio risco. Além de bastante polpudos, possuem diversos problemas dentro dos quatro critérios considerados pelos técnicos da Secretaria-Geral de Controle Externo do Tribunal.

Por outro lado, o estudo é um passo importantíssimo para colocar luz sobre o tema. No governo anterior, a Emenda Constitucional nº 109 já determinara a revisão das renúncias fiscais.

Ler a notícia completa no UOL Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.

Mais de UOL Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›