EUA: indústria dos games mira nos retroconsoles
A ESA (Associação de Softwares para Entretenimento em inglês), a entidade comercial que representa o mercado de games dos Estados Unidos, incluindo Nintendo , Microsoft/Xbox e Sony/PlayStation , apontou seus canhões para os retroconsoles , ao pedir que o governo norte-americano os classifique como " superfakes ", produtos falsos de alta qualidade que prejudicam os negócios das grandes companhias.
Anbernic RG556: quase perfeito.
Quase Lenovo lança portátil cheio de ROMs piratas, e ninguém entendeu [ATUALIZADO] A reclamação se baseia no fato que esses consoles, com foco espcificamente na Anbernic , são vendidos com até milhares de ROMs piratas e já vêm prontos para uso, facilitando enormemente atos de violações de copyrights, segundo a ESA; caso a solicitação seja atendida, tais aparelhos podem ter sua venda proibida em grandes sites de e-commerce nos EUA e, por força da DMCA ( Digital Millenium Copyright Act ), também no resto do mundo.
Anbernic se complicou ao oferecer retroconsoles com ROMs em seu site; acusação de "superfake" pode ser esticada aos designs, o RG556 (acima) remete ao PS Vita (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit) Retroconsoles vs. copyright Antes de mais nada, sejamos bem francos aqui: não importa o quanto defensores tentem lustrar ou maquiar, a principal função desses dispositivos portáteis é emular consoles do passado e rodar jogos piratas, nem mais nem menos.
Emulação de games é um assunto espinhoso que desperta as mais variadas emoções de inúmeros lados, mas vendo pelo prisma estritamente legal, é violação de direitos autorais e ponto final.
Você pode usar todos os argumentos possíveis para justificar a prática, mas tenha a decência de admitir que ela é, e vai continuar sendo, ilegal.
Companhias como a Nintendo passaram anos martelando sites que distribuem ROMs, e mais recentemente passaram a bater também nos emuladores em si, levando ao fim de projetos como o Yuzu , Ryujinx e forks destes; a casa do Mario defende que qualquer software desenvolvido na intenção de piratear seus jogos, mesmo que não possua uma linha de código protegida por copyright, é fundamentalmente ilegal e será combatido .
Pensando assim, até que demorou muito para alguém se mexer contra os retroconsoles: dispositivos de companhias como Anbernic, Ayn, Retroid e similares, quase todas da China, são portáteis que usam chips de companhias como Rockchip e Unisoc, e em alguns raros casos, alguns mais potentes da MediaTek e Qualcomm, principalmente em modelos que rodam Android e contam com mais memória RAM; os de hardware mais limitado geralmente usam forks do Linux como SOs.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em meiobit.com — o conteúdo pertence a Meio Bit.